O consílio dos deuses decorre no:
- mar
- Olimpo
- Orfeu
Os deuses foram convocados por:
- Júpiter, a mando de Mercúrio
- Marte, a mando de Júpiter
- Mercúrio, a mando de Júpiter
Esta reunião acontece quando os nautas portugueses estão:
- a meio da viagem
- a largar amarras de Belém
- a chegar à Índia
Quem preside ao consílio é:
- Júpiter
- Marte
- Mercúrio
Os restantes deuses encontram-se sentados:
- aleatoriamente
- hierarquicamente
- desordenadamente
Júpiter, no seu discurso, lembra glórias do passado e:
- vaticina grandes feitos aos Portugueses
- anuncia a derrocada dos sonhos portugueses
- prevê grandes catástrofes na viagem até à Índia
No final do seu discurso, o pai dos deuses determina:
- que os deuses não permitam que os nautas cheguem ao seu destino
- que os portugueses recebam ajuda para alcançar a Índia
- que os portugueses sejam forçados a regressar à pátria
Baco insurge-se contra esta posição porque:
- desconfia dos motivos que movem os marinheiros
- os portugueses não são merecedores de tal glória
- teme perder o seu prestígio no Oriente
Vénus tinha uma posição:
- semelhante
- antagónica
- diferente
Esta atitude justifica-se por ver nos portugueses e na língua que falam:
- descendentes de Baco, uma derivação do hebraico, respectivamente
- descendentes de Vulcano, uma derivação do grego, respectivamente
- descendentes dos romanos, uma derivação do latim, respectivamente
O ambiente que se vive na reunião é, neste passo:
- agradável
- tumultuoso
- calmo
Marte coloca-se ao lado de Vénus porque.
- o amor antigo o obrigava e os portugueses o mereciam
- odiava o amor antigo e os portugueses mereciam
- o amor era mais forte que as façanhas dos portugueses
Esta dúvida (da questão anterior) é-nos sugerida pelo uso da locução (est.36):
- coordenativa disjuntiva
- coordenativa adversativa
- coordenativa conclusiva
No seu discurso, o deus da guerra lembra a Júpiter:
- que deve voltar atrás da decisão tomada
- que não deve voltar atrás da decisão tomada
- que não deve interferir